A cidade mergulha em um cenário preocupante: mais de R$ 1 bilhão em empréstimos aprovados em menos de cinco anos, enquanto a realidade nas ruas mostra uma administração que não entrega o básico. Fornecedores com pagamentos represados para simular equilíbrio financeiro, R$ 30 milhões em dívidas com prestadores do Saúde Servidor, postos de saúde sem medicamentos e frota pública parada por falta de combustível.
Mesmo com a crise evidente, mais R$ 300 milhões em novos empréstimos devem ser aprovados nos próximos dias a toque de caixa. O custo desse endividamento cairá sobre a população pelos próximos 20 anos. Fique de olho nos vereadores que votarem a favor dessa covardia com o futuro de Juiz de Fora. Engessar o orçamento público com dívidas impede investimentos reais em geração de emprego, renda e infraestrutura necessária.
Portanto, a promessa de desenvolvimento não se concretiza: nenhum projeto de alta performance saiu da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, enquanto o discurso de modernização se limita a slogans vazios. A projeção de arrecadação é inflada, baseada em mais tributos sobre a classe média, sem tocar nos interesses de grandes empreendimentos imobiliários. Obras caras e duvidosas, como uma “praça” de concreto por R$ 6 milhões, contrastam com a insatisfação crescente dos servidores de carreira.
Juiz de Fora vive hoje um colapso administrativo disfarçado de gestão eficiente. E como diz o ditado popular, quando já não há mais onde guardar a dívida, pendura no prego!
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