Se você quer uma cidade próspera, tecnológica, com empregos, renda e oportunidades de verdade, não pode continuar votando como tem feito. O voto é o início, ou o fim, de qualquer transformação. E, infelizmente, temos repetido os mesmos erros, eleição após eleição.
Sabe aquela fisioterapia gratuita que você faz na “clínica do vereador”? Pois é. Ela existe porque ele impediu que o serviço fosse estruturado no posto de saúde do seu bairro. Ele está há 20 mandatos manipulando emendas, controlando indicações, segurando o progresso da saúde pública para continuar sendo o dono do remendo. Um curandeiro do orçamento. E você, votando nele, continua refém.
Na outra ponta, você elege o vereador de esquerda que finge oposição, mas passa pano para o prefeito porque ambos são do mesmo partido que governa o país. E mesmo com a máquina federal ao lado, o município está quebrado, com o orçamento estourado, sem conseguir trazer um único investimento relevante para geração de empregos. Vota-se na legenda, mas o resultado é mais dívida e mais discurso.
Votar errado é também acreditar naquela direita barulhenta que grita, grava vídeos, faz cortes para as redes sociais, mas nunca apresenta uma proposta concreta para a cidade. Que briga por pauta nacional, por ideologia de banheiro, mas não conhece sequer os bairros onde foi votado.
Enquanto isso, o tempo passa.
Empresas deixam de vir por excesso de burocracia.
O município não tem lei de liberdade econômica.
A inovação é tratada como luxo.
A juventude vai embora.
O orçamento é inflado com empréstimos para pagar folha.
E a cidade vai morrendo, sorrateiramente, nas mãos dos mesmos.
Chega.
Precisamos de vereadores com plano. Com conteúdo. Com ética. Com espírito público.
Pessoas que pensem o desenvolvimento como missão e não como campanha.
Que discutam zoneamento, simplifiquem regras, tracem políticas de atração empresarial.
Que conectem o município ao Brasil que avança, ao mundo que não para.
Chega de profissionais da política que ocupam gabinetes como herança.
Chega de legendas que se acomodam no orçamento.
Chega de discursos que não constroem nada.
Um novo parlamento é possível.
Mas ele começa com seu voto.
E se você não mudar o voto, não reclame da cidade parada. Porque ela só será melhor quando você parar de premiar os piores.
Nenhum comentário:
Postar um comentário